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Convocados no CNU 2025 têm até terça para escolher local de trabalho

Aprovados para analista técnico-administrativo devem registrar preferência no SouGov.br.

02/05/2026 às 16:26
Por: Redação

Os candidatos aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) possuem até as 23h59 da próxima terça-feira, no horário de Brasília, para manifestar a preferência pelo local onde desejam ser lotados.

 

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou nesta semana o edital de convocação de mais de mil classificados para esta etapa no Diário Oficial da União. Além da publicação, o comunicado de convocação também foi enviado ao e-mail informado pelos participantes no momento da inscrição.

 

Segundo a pasta, esta etapa de escolha de local de trabalho é destinada exclusivamente aos candidatos convocados para o cargo de analista técnico-administrativo do CNU 2025. Não se aplica aos demais cargos oferecidos no concurso público realizado em outubro e dezembro do ano anterior.

 

O preenchimento da lista de preferência de municípios não é obrigatório. Caso o candidato opte por não indicar os locais desejados, a definição da lotação será feita pelo Ministério da Gestão, levando em conta o interesse da administração pública federal.

 

Procedimento para indicação de preferência

A indicação das preferências sobre o local de exercício do cargo deverá ser realizada de forma exclusiva por meio do site SouGov.br do Poder Executivo Federal ou pelo aplicativo SouGov.br. Para acessar o sistema, é necessário efetuar login com usuário e senha da conta Gov.br.

 

Durante o registro das preferências, os candidatos têm a possibilidade de ordenar as localidades disponíveis conforme sua prioridade pessoal. O edital determina que a escolha feita pelo participante será considerada formal e definitiva, inclusive nos casos em que envolva cidades fora das capitais estaduais.

 

Critérios para seleção das lotações

O Ministério da Gestão definiu critérios para organizar a distribuição dos convocados. Entre as prioridades estabelecidas estão:

 

  • Pessoas aprovadas por vagas reservadas a pessoas com deficiência (PCD), independentemente da modalidade de concorrência em que tenham sido classificadas;
  • Respeito à ordem de classificação geral no concurso público;
  • Alternância entre as listas de ampla concorrência e as de vagas reservadas, conforme determina a legislação vigente para processos seletivos.

 

Os servidores nomeados poderão ser distribuídos por até 36 órgãos federais, os quais estão presentes em diferentes regiões do Brasil, tanto em capitais quanto em municípios considerados estratégicos.

 

Distribuição de vagas e critérios de decisão

A decisão sobre o local de trabalho dos aprovados leva em conta as preferências dos candidatos, as necessidades dos órgãos públicos federais, além de cidades como Brasília, capitais estaduais e municípios considerados estratégicos.

 

Para definir a lotação de cada aprovado, a administração federal considera três fatores principais:

 

  • Disponibilidade de vagas nos órgãos públicos das localidades;
  • Preferências manifestadas pelos candidatos;
  • Posição de classificação no concurso.

 

O edital prevê que, em casos de nomeação para Brasília ou capitais dos estados, não será possível recusar a vaga. Caso o aprovado não aceite a lotação designada nessas cidades, será considerada desistência, conforme a legislação em vigor.

 

Nas situações em que a lotação seja para municípios que não sejam Brasília ou capitais, a administração pública não poderá direcionar candidatos para localidades que não tenham sido previamente escolhidas nas opções de preferência. Dessa forma, todos que indicarem locais fora das capitais e fora de Brasília só poderão ser designados para as cidades por eles escolhidas.

 

Informações sobre a carreira de analista técnico-administrativo

O cargo de analista técnico-administrativo, vinculado ao bloco temático número 5 do CNU 2025, faz parte da carreira de analista técnico do Poder Executivo (ATE), criada recentemente pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

 

Essa carreira possui caráter transversal, permitindo a atuação dos profissionais em diferentes órgãos da administração pública federal, de acordo com a necessidade institucional de cada órgão. O objetivo principal é ampliar a atuação técnica do Estado brasileiro.

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